Tenho escutado Tori Amos há dias. Percebi dentre as músicas que escuto que há uma carga de energia muito positiva e às vezes negativas. É interessante ressaltar o meu amor e admiração pela cantora, mas nunca foi tão expressivo como têm sido nas últimas duas semanas. Não acho que Björk seja tão simpática quanto Amos e não creio que ser filho da Björk seja “mó legal”. Não há uma trilha sonora tão mais cabível nos meus sonhos do que Bouncing Off Clouds e tomar banho ao som de Blood Roses.

Ela deve ser super simpática, adorável e deve se comunicar muito bem com as pessoas que estão ao seu redor. Sem dúvida alguma é uma das cantoras mais bem recomendadas. Deveria ganhar prêmios e deveria mesmo ocupar o lugar de ícones chicletes em Grammy’s como Britney Spears e companhia limitada.

Tori Amos me entenderia: choro ouvindo I Can’t See New York e lembro de momentos bonitos com A Sorta Fairytale. Parasol é um hino à minha felicidade e Taxi Ride, sem dúvidas, deveria ser ouvida ao lado de amigos. Spark é sexy e ao mesmo tempo sombria e me masturbo ouvindo Pretty Good Year. Seria loucura? Se for loucura, que venha acompanhada de uma trilha sonora comé Scarlet’s Walk e que venha cheias de prazeres como em American Doll Posse.

Para ouvir: Playboy Mommy – Tori Amos



3 Responses to “No divã com Amos”  

  1. Sim. As cáries dela que vão aumentar. E tem que ter cuidado, porque nem a música mais orgásmica da Tori distrai a dor de uma cárie.

  2. eu admito que conheço nada da moça, mas torço pra que, em breve, a gente brigue decidindo qual cd dela colocar pra tocar no carro na volta de um barzinho daqui. e eu curto björk e você sabe (citou a comunidade e sabe da minha tatuagem (né?)), então você precisará ceder o player às vezes. =*=

  3. 3 Aninha

    eu aprendi a não idealizar as pessoas, mesmo elas sendo ideais por elas mesmas.
    hahaha.


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