Arquivo para junho, 2011

E você é como um Jesus dos anos 90 e você curte suas psicoses, como se atreve? E você experimenta conceitos como quem escolhe canapés e come suas dúvidas como sobremesa. É só eu ou está quente aqui?

E você é como um Kennedy dos anos 90 e você tem realmente um milhão de anos. Você não pode me enganar.

Bom, pode ser que nunca tenha ou seja um marido. Pode ser que nunca tenha ou segure um filho. Você aprenderá como é perder tudo, nós somos acordos temporários. E você é como um Noé dos anos 90 e eles riram de você quando juntava todas as suas coisas.

E eles se perguntam porque você está frustrado e eles se perguntam porque você está bravo. E é sou eu ou você está cansado?

E Deus te abençoe nas suas viagens, nas suas conquistas e dúvidas.

 

Alanis Morissette – No Pressure Over Cappuccino

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Precious Illusions

Tem coisas que só Alanis entende.

Desde criança a educação que eu tive dos meus pais foram totalmente contrárias às regras de uma boa conduta. Não que eles sejam pais ruins – minha mãe terminou o colegial e meu pai estudou até a quinta série e nem por isso éramos tratamos à chineladas.

Uma das coisas que eu não aprendi com a minha mãe foi a ter paciência para as coisas da vida. Sempre fui um menino afobado, daqueles que não dormiam enquanto concretizasse alguma coisa. Minha mãe é exatamente o espelho do que eu era na infância. Meu pai me ensinou a palavra “viado” depois que eu fugi dos padrões de um menino normal – em 1998. Foi aí que vieram as meninas, o elástico, a amarelinha, as bonecas, os pirulitos, o amiguinho que me ensinou que no pipi faz cosquinha…

Epígrafe

Para mim, manter um blog é uma coisa complicada. A inspiração pode surgir na hora da criação, mas o problema é o pós, o período, o meio… Nesse tal período eu criei dois blog: o primeiro sobre música que está prestes a fazer aniversário de 1 ano e o outro que, na minha concepção, deveria ser um blog pessoal com o único objetivo de mostrar imagens e citações. Blé, eu devia ter feito um Tumblr.

Passei várias vezes por esse afim de deletá-lo, mas alguma coisa me parou. Não sei se foram os textos ou o valor sentimental que ele possui depois de uns dois anos. Talvez seja a primeira opção. Mas e o valor? É, talvez seja os dois.

Estou escrevendo aqui para dizer algo. Muita coisa mudou – um pouco para melhor e outro para… não tão melhor assim.

Espero continuar e parar neste. Definitivamente. Aqui tem algo me prende atenção, mas eu não sei o que é.

Obs: não foram dois anos, foram três.
Obs 2: demorei três anos para descobrir que o título do blog estava com a grafia errada e que a mesma significava outra coisa, menos o que eu queria que fosse.